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Fotógrafo Fine Art com trabalho Autoral reconhecido e premiado em dezenas de exposições e concursos e publicações, nacionais e internacionais, Ordí Calder percebe a poesia que subjaz ao "Real construído em formas geométricas". Seu Olhar é seduzido pelas formas estéticas desenhadas de luz do sol em sombras, ao incidir estruturas e artefatos construídos pelas mãos humanas. A Geometria é um valor imutável dos Cosmos, como as Cores e as Notas musicais e a Eletricidade. Calder entende suas fotografias como mandalas que transmitem através da luz refletida no presente, que ativam as ondas capturadas, no ponto intrínseco formado por seu ponto de vista inextricável, a câmera fotográfica e, a realidade que presenciava naquele momento do Continuun Espaço-Tempo. A nível Quântico, somos todos feitos de ondas a vibrar desde o Vácuo Quântico e quando há o encontro de nossas ondas, nossa frequência, com as ondas capturadas nas Obras de Ordí Calder (acontece) o extraordinário encontro de ondas que podem transcender aquele momento e criar outras ondas, que criam outras... ou, a depender das frequências, sendo de alturas diferentes, uma onda suplanta a outra, n repercutindo em subjetivos enlevos de subjetividade. N repercutindo em viagens interiores a despertar memórias, associações, metáforas e comparações, n despertando a alma.

O Surreal Subjaz ao Real

A luz do Sol desenha em sombras
Meu olhar faz um recorte crítico na realidade construída em formas geométricas decompondo-o em Elementos básicos, em busca do equilíbrio e lucidez que emanam da luz refletida e registrada pela máquina fotográfica, esse é o ponto de equilíbrio, em que tenho a impressão de olhar para verdades transcendentes, que me comunicam com a linguagem da luz eterna, os reflexos das verdades abstratas inerentes a Geometria, que subjaz a natureza, a matéria orgânica e mineral, na Terra e em todo o Continuun Espaço-Tempo; Valor imutável do Cosmos apreendido pelo animal humano deste tempo imemoriais, desde as cavernas até Marte, e os Telescópios, e os Smartphones.


Tecido Celular, 2014. Front view
Tecido Celular, 2014. Left View
Atualmente a geometria e outros valores imutáveis como a eletricidade e as cores compõe quase que a totalidade do Real, assim como a fotografia, apropriada pelos canais de comunicação ou sistemas de controle dos Bilhões de Consumidores, é a textura do real, é cada vez mais as formas do pensar, em imagens, quais imagens? as canônicas, as da publicidade, as da mídia manipulada por poucas famílias no mundo, no Brasil, 11 (sic). 

Abstraio essas informações canônicas ensinadas e publicitadas, a realidade imposta desde o nascimento, para criar beleza estética independente e ver a essência inextricável das formas da Realidade, natural ou artificial e, encontrar algum equilíbrio entre caos e ordem, o meu papel é o de ser a interseção entre caos e ordem, o Chaordic (google it).


O olhar é seduzido pelos desenhos de luz do sol a desenhar em sombras, ao incidir sobre os artefatos e estruturas arquitetônicas (que incorporam o conhecimento ancestral da Geometria) e desenhar grafias, sinais e símbolos geométricos efêmeros sobre superfícies artificiais, que transformo em fatos gráficos ao serem fotografados.

Ordí Calder (38) é Fotógrafo Autodidata desde 2002, artista em tempo integral desde 2011. Em sua Formação é Historiador (UFMT, 2006) e, Profissional (1999-2006) Especialista em Design Gráfico (Anhembi Morumbi, 2008).
Ordí é Prêmio il David di Bernini 2015 e “Prêmio Especial por Direitos Humanos em 2015 Tributo para Anne Frank”. Accademia Italia In Arte Nel Mondo, Lecce, Itália. Mais no CV.
Tecido Celular, 2014. Right view

A luz do Sol desenha em sombras

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